Howto: Filtro de emails usando Spamassassin, Postifix, ClamAV, MailScanner e MailWatch

Howto: Filtro de emails usando Spamassassin + Postfix + ClamAV + MailScanner +MailWatch


O MailWatch é uma interface Web para o gerenciamento do MailScanner + ClamAV + SpamAssassin + Postfix, existem diversas formas de implementar uma solução para filtragem de emails, mas a minha preferência é configurar um servidor (virtual ou não) separado para esta função, principalmente devido ao fato do processo de filtragem consumir uma boa parte de recursos do hardware em servidores mais movimentados. Outra grande vantagem deste método, é que ele é compatível com qualquer serviço de email (zimbra, exchange, groupwise, etc….).
Neste post vou explicar como montar um servidor para filtrar todo o seu tráfego de emails, realizando a remoção do “lixo eletrônico” antes de entregar as mensagens para o seu servidor principal de emails.
Partindo de uma instalação mínima do CentOS 5.3, remova o “sendmail”
# yum remove sendmail
Instale o postfix + serviços necessários
# yum install postfix mysql-server php-mysql php-gd  httpd gcc spamassassin patch rpm-build
Instalando o clamAV:
Baixe os pacotes RPM do clamav em: http://packages.sw.be/clamav/ e instale com o comando:
# rpm -ivh clam*
Preparing…       ############ [100%]
1:clamav-db        ############ [100%]
2:clamav           ############ [100%]
3:clamav-devel     ############ [100%]
4:clamd            ############ [100%]
Instalando o Mailscanner:
Faça o download do tar.gz contendo os pacotes RPM
# wget http://www.mailscanner.info/files/4/rpm/MailScanner-4.XX.XX-X.rpm.tar.gz
# tar xvfz MailScanner-4.XX.XX-X.rpm.tar.gz
# cd MailScanner-4.XX.XX-X
# ./install.sh
Agora edite o arquivo /etc/MailScanner/MailScanner.conf
%org-name% = Nome da Empresa
%org-long-name% = Nome completo da empresa
Run As User = postfix
Run As Group = postfix
Incoming Queue Dir = /var/spool/postfix/hold
Outgoing Queue Dir = /var/spool/postfix/incoming
MTA = postfix
Virus Scanners = clamd
Clamd Socket = /tmp/clamd.socket
Use SpamAssassin = yes
SpamAssassin User State Dir = /var/spool/MailScanner/spamassassin
Instalando o Mailwatch:
Faça o download da última versão “stable” do mailwatch em http://mailwatch.sourceforge.net
Descompacte o pacote de instalação e entre no diretório mailwatch-1.0.X
# mysql -u root < create.sql
Crie o usuário mailwatch no mysql com permissões completas na base mailscanner
# mysql -u root
> GRANT ALL ON mailscanner.* TO mailwatch@localhost IDENTIFIED BY ‘minhasupersenha’;
> GRANT FILE ON *.* TO mailwatch@localhost IDENTIFIED BY ‘minhasupersenha’;
Edite o arquivo MailWatch.pm e ajuste os parâmetros db_user e db_pass de acordo com o usuário e senha criados.
my($db_user) = ‘mailwatch’;
my($db_pass) = ‘minhasupersenha’;
Agora copie o arquivo MailWatch.pm para o CustomFunctions do MailScanner
# cp MailWatch.pm /usr/lib/MailScanner/MailScanner/CustomFunctions
Criando um usuário para o MailWatch (este é o usuário com permissões de administrador, após criar este usuário, os outros podem ser geridos através da interface Web):
# mysql mailscanner -u mailwatch -p
Enter password: ******
> INSERT INTO users (username, password, fullname, type) VALUES (‘admin’,md5(‘senhasegura’),’Administrator’,'A’);
Movendo a interface web do Mailwatch para o root dir do apache:
# mv mailscanner/ /var/www/html/
Ajustando permissões:
# cd /var/www/html/mailscanner/
# chown root:apache images
# chmod ug+rwx images
# chown root:apache images/cache
# chmod ug+rwx images/cache
Crie o arquivo conf.php com base no conf.php.example
# cp conf.php.example conf.php
Agora edite o conf.php e ajuste os campos: DB_USER e DB_PASS.
Integrando o MailScanner e o Mailwatch
Pare o MailScanner
# service MailScanner stop
Edite o arquivo /etc/MailScanner/MailScanner.conf e verifique se estas opções estão ajustadas
Always Looked Up Last = &MailWatchLogging
Detailed Spam Report = yes
Quarantine Whole Message = yes
Quarantine Whole Message As Queue Files = no
Include Scores In SpamAssassin Report = yes
Quarantine User = root
Quarantine Group = apache (this should be the same group as your web server)
Quarantine Permissions = 0660
Opcionalmente (para facilitar o debug)
Always Include SpamAssassin Report = yes
Para integrar Whitelist/Blacklist ao mailwatch:
Edite o arquivo SQLBlackWhiteList.pm
Procure pela função “CreateList” e nela defina as informações da sua base de dados.
my($db_name) = ‘mailscanner’;
my($db_host) = ‘localhost’;
my($db_user) = ‘mailwatch’;
my($db_pass) = ‘minhasupersenha’;
# cp SQLBlackWhiteList.pm /usr/lib/MailScanner/MailScanner/CustomFunctions
Agora vamos configurar o postfix para fazer relay das mensagens do domínio:
Edite o arquivo /etc/postfix/main.cf
relay_domains = exemplo.com.br
Agora edite /etc/postfix/transport e insira
exemplo.com.br       smtp:172.22.10.93
Execute:
# postmap /etc/postfix/transport
Estas duas últimas configurações farão com que o postfix permita o relay de mensagens do domínio exemplo.com.br
Já o Transport, irá informar para o postfix que as entregas para o domínio exemplo.com.br devem ser no ip 172.22.10.93
Após realizar testes (muito importante para um ambiente de produção), edite a zona de DNS do seu domínio, e altere a sua entrada MX de forma que aponte para o filtro de emails (e não para o seu mailserver). Desta forma todas as mensagens enviadas para exemplo.com.br cairão no sistema de filtragem e se estiverem limpas serão encaminhadas para o seu servidor de emails.
Para acessar o Mailwatch: http://ip_do_mailwatch/mailscanner

Howto: Filtro de emails usando Spamassassin + Postfix + ClamAV + MailScanner + MailWatchPosted in August 4, 2009 ¬ 2:00 pmh.Eduardo Silva7 Comments »O MailWatch é uma interface Web para o gerenciamento do MailScanner + ClamAV + SpamAssassin + Postfix, existem diversas formas de implementar uma solução para filtragem de emails, mas a minha preferência é configurar um servidor (virtual ou não) separado para esta função, principalmente devido ao fato do processo de filtragem consumir uma boa parte de recursos do hardware em servidores mais movimentados. Outra grande vantagem deste método, é que ele é compatível com qualquer serviço de email (zimbra, exchange, groupwise, etc….).
Neste post vou explicar como montar um servidor para filtrar todo o seu tráfego de emails, realizando a remoção do “lixo eletrônico” antes de entregar as mensagens para o seu servidor principal de emails.
Partindo de uma instalação mínima do CentOS 5.3, remova o “sendmail”# yum remove sendmailInstale o postfix + serviços necessários# yum install postfix mysql-server php-mysql php-gd  httpd gcc spamassassin patch rpm-build
Instalando o clamAV:Baixe os pacotes RPM do clamav em: http://packages.sw.be/clamav/ e instale com o comando:# rpm -ivh clam*Preparing…       ############ [100%]1:clamav-db        ############ [100%]2:clamav           ############ [100%]3:clamav-devel     ############ [100%]4:clamd            ############ [100%]
Instalando o Mailscanner:Faça o download do tar.gz contendo os pacotes RPM# wget http://www.mailscanner.info/files/4/rpm/MailScanner-4.XX.XX-X.rpm.tar.gz# tar xvfz MailScanner-4.XX.XX-X.rpm.tar.gz# cd MailScanner-4.XX.XX-X# ./install.sh
Agora edite o arquivo /etc/MailScanner/MailScanner.conf%org-name% = Nome da Empresa%org-long-name% = Nome completo da empresaRun As User = postfixRun As Group = postfixIncoming Queue Dir = /var/spool/postfix/holdOutgoing Queue Dir = /var/spool/postfix/incomingMTA = postfixVirus Scanners = clamdClamd Socket = /tmp/clamd.socketUse SpamAssassin = yesSpamAssassin User State Dir = /var/spool/MailScanner/spamassassin
Instalando o Mailwatch:Faça o download da última versão “stable” do mailwatch em http://mailwatch.sourceforge.netDescompacte o pacote de instalação e entre no diretório mailwatch-1.0.X# mysql -u root < create.sql
Crie o usuário mailwatch no mysql com permissões completas na base mailscanner# mysql -u root> GRANT ALL ON mailscanner.* TO mailwatch@localhost IDENTIFIED BY ‘minhasupersenha’;> GRANT FILE ON *.* TO mailwatch@localhost IDENTIFIED BY ‘minhasupersenha’;
Edite o arquivo MailWatch.pm e ajuste os parâmetros db_user e db_pass de acordo com o usuário e senha criados.my($db_user) = ‘mailwatch’;my($db_pass) = ‘minhasupersenha’;
Agora copie o arquivo MailWatch.pm para o CustomFunctions do MailScanner# cp MailWatch.pm /usr/lib/MailScanner/MailScanner/CustomFunctions
Criando um usuário para o MailWatch (este é o usuário com permissões de administrador, após criar este usuário, os outros podem ser geridos através da interface Web):# mysql mailscanner -u mailwatch -pEnter password: ******> INSERT INTO users (username, password, fullname, type) VALUES (‘admin’,md5(‘senhasegura’),’Administrator’,'A’);
Movendo a interface web do Mailwatch para o root dir do apache:# mv mailscanner/ /var/www/html/
Ajustando permissões:# cd /var/www/html/mailscanner/# chown root:apache images# chmod ug+rwx images# chown root:apache images/cache# chmod ug+rwx images/cache
Crie o arquivo conf.php com base no conf.php.example# cp conf.php.example conf.phpAgora edite o conf.php e ajuste os campos: DB_USER e DB_PASS.
Integrando o MailScanner e o MailwatchPare o MailScanner# service MailScanner stop
Edite o arquivo /etc/MailScanner/MailScanner.conf e verifique se estas opções estão ajustadas
Always Looked Up Last = &MailWatchLoggingDetailed Spam Report = yesQuarantine Whole Message = yesQuarantine Whole Message As Queue Files = noInclude Scores In SpamAssassin Report = yesQuarantine User = rootQuarantine Group = apache (this should be the same group as your web server)Quarantine Permissions = 0660
Opcionalmente (para facilitar o debug)Always Include SpamAssassin Report = yes
Para integrar Whitelist/Blacklist ao mailwatch:Edite o arquivo SQLBlackWhiteList.pmProcure pela função “CreateList” e nela defina as informações da sua base de dados.my($db_name) = ‘mailscanner’;my($db_host) = ‘localhost’;my($db_user) = ‘mailwatch’;my($db_pass) = ‘minhasupersenha’;
# cp SQLBlackWhiteList.pm /usr/lib/MailScanner/MailScanner/CustomFunctions
Agora vamos configurar o postfix para fazer relay das mensagens do domínio:
Edite o arquivo /etc/postfix/main.cfrelay_domains = exemplo.com.br
Agora edite /etc/postfix/transport e insiraexemplo.com.br       smtp:172.22.10.93Execute:# postmap /etc/postfix/transport
Estas duas últimas configurações farão com que o postfix permita o relay de mensagens do domínio exemplo.com.brJá o Transport, irá informar para o postfix que as entregas para o domínio exemplo.com.br devem ser no ip 172.22.10.93
Após realizar testes (muito importante para um ambiente de produção), edite a zona de DNS do seu domínio, e altere a sua entrada MX de forma que aponte para o filtro de emails (e não para o seu mailserver). Desta forma todas as mensagens enviadas para exemplo.com.br cairão no sistema de filtragem e se estiverem limpas serão encaminhadas para o seu servidor de emails.
Para acessar o Mailwatch: http://ip_do_mailwatch/mailscanner

Atualização do Zimbra para a versão 6

Atualização do Zimbra para a versão 6


Origem: http://linux.eduardosilva.eti.br/atualizacao-do-zimbra-para-a-versao-6

A alguns dias atrás, foi lançada a versão 6 do Zimbra, para atualizar da versão 5 para a 6, o processo é relativamente simples.
Dando continuidade ao howto que escrevi anteriormente, vou descrever os passos necessários para atualizar o zimbra.
Dependências:
O “Zimbra 6″ requer a instalação um pacote novo: sysstat
# yum install sysstat
Download:
Entre em http://www.zimbra.com/community/downloads.html e baixe versão mais atual do zimbra.
Atualização:
# tar xvfz zcs-6
# cd zcs-6
(No CentOS 5.x ou outra distro não listada)
# ./install –plataform-override
(Outra distro suportada oficialmente)
# ./install
Responda as perguntas que aparecem na tela, caso encontre algum erro, corrija-o antes de prosseguir.

Atualização do Zimbra para a versão 6Posted in October 22, 2009 ¬ 9:00 amh.Eduardo Silva4 Comments »A alguns dias atrás, foi lançada a versão 6 do Zimbra, para atualizar da versão 5 para a 6, o processo é relativamente simples.Dando continuidade ao howto que escrevi anteriormente, vou descrever os passos necessários para atualizar o zimbra.
Dependências:O “Zimbra 6″ requer a instalação um pacote novo: sysstat# yum install sysstat
Download:Entre em http://www.zimbra.com/community/downloads.html e baixe versão mais atual do zimbra.
Atualização:# tar xvfz zcs-6# cd zcs-6(No CentOS 5.x ou outra distro não listada)# ./install –plataform-override(Outra distro suportada oficialmente)# ./install
Responda as perguntas que aparecem na tela, caso encontre algum erro, corrija-o antes de prosseguir.

Howto: Instalação e configuração do Zimbra no CentOS 5.X

Howto: Instalação e configuração do Zimbra no CentOS 5.X

O que é o Zimbra?

O Zimbra é uma ferramenta muito completa de emails e colaboração. Ele tem incorporado um rico webmail, calendário corporativo, instant messenger, gerenciador de tarefas(todo list), porta-arquivos, editor de documentos e planilhas em um sistema parecido com Wiki, permitindo contole de versões, entre outros recursos.

Um dos pontos altos desta ferramenta, é que ela permite que os usuários compartilhem itens de sua conta entre si. Desta forma um utilizador, pode compartilhar com um gerente, um documento, a sua lista de tarefas ou até mesmo seu calendário e caixa de emails.

Caso você não conheça o Zimbra, recomendo que assista o seu video-tour de 2 ou 3 minutos que faz um overview completo de todos os seus recursos. Este tour pode ser encontrado aqui.

Sobre este tutorial
O objetivo deste artigo, é orientar o leitor durante o processo de instalação do Zimbra 6 em um CentOS 5, mas sempre lembrando, que para outras distribuições, a maioria das dicas contidas aqui, podem ser reaproveitadas mediante pequenos ajustes.

Passo 1: Preparando o sistema operacional

O Zimbra tem builds específicas para algumas distribuições de Linux, são elas:
* Red Hat Enterprise Linux 4 e 5
* Fedora 7
* Debian 4
* MacOS 10.4 Tiger
* MacOS 10.5 Leopard
* openSUSE Linux 10.2
* SUSE Linux Enterprise Server 10
* Ubuntu 6.06 LTS
* Ubuntu 8.04 LTS
Download do Zimbra Community Edition

Como o CentOS é derivado do Red Hat Enterprise Linux, apenas com o nome e os logotipos trocados, significa que podemos utilizar o Build do Zimbra para Red Hat 5 no CentOS 5. Caso o estejas utilizando outro sistema operacional, pode sempre compilar o Zimbra a partir do código fonte que também está disponível no site. As informações para compilar o zimbra, encontram-seaqui.

Realize a instalação do CentOS 5 normalmente, prestando atenção em dois detalhes:
* O Servidor que está sendo configurado, deve ter um FQDN (Full qualified domain name) configurado, quando o instalador solicitar um hostname, informe algo como zimbra.exemplo.com.br
Observar que na sua zona DNS, zimbra.exemplo.com.br deve apontar para o endereço IP de seu servidor.
* Durante a seleção de pacotes, desmarque o Gnome – Desktop, é totalmente desnecessário para o seu servidor, usando espaço em disco e desperdiçando recursos valiosos.

Após a instalação do Sistema Operacional, edite o arquivo /etc/hosts da seguinte forma:
127.0.0.1 localhost.localdomain localhost
xx.xx.xx.x zimbra.exemplo.com.br zimbra

Onde xx.xx.xx.x é o ip da interface de rede do servidor.
Observar que o formato IP FQDN host deve ser mantido.

Faça as atualizações do CentOS e instale os requisitos do zimbra.
# yum update -y
# yum install compat-db gmp compat-libstdc++-296 compat-libstdc++-33 libtool-ltdl sysstat

Agora remova o sendmail e para evitar conflitos com o MTA do zimbra e instale o fetchmail.
# yum remove sendmail
# yum install fetchmail

Ao instalar o fetchmail, uma de suas dependências será o Exim (que irá conflitar com o MTA do zimbra(postfix)), desabilite a inicialização deste com o comando:
# chkconfig --level 0123456 exim off

Edite o arquivo /etc/sudoers e comente a linha “defaults requiretty”
Edite o arquivo /etc/sysconfig/i18n e deletar a linha LANG=”en_US.UTF-8”.

Passo 2: Instalação do Zimbra 6.x.x
Vá para /usr/src e descompacte o pacote do Zimbra
# tar xvfz zcs-6.0.1_GA_1816.RHEL5.20090911181524.tgz
# cd zcs-6.0.1_GA_1816.RHEL5.20090911181524

Execute o script de instalação:
# ./install.sh --platform-override
O parâmetro –platform-override serve para dizer ao Zimbra que ele deve ignorar o fato de estar sendo instalado em um CentOS ao invés de RedHat.

Uma outra alternativa (que eu não recomendo, apenas cito) é modificar o conteúdo do arquivo /etc/redhat-release
de
CentOS release 5 (Final)
para
Red Hat Enterprise Linux ES release 5
Desta forma não é necessário utilizar o parâmetro –platform-override, entretanto, eu não tenho certeza de quais impactos esta alteração pode trazer para o sistema operacional e/ou para pacotes instalados no futuro.

Durante a execução do script de instalação, ele fará uma série de verificações, se você instalou um CentOS5 e preparou o sistema operacional conforme eu sugeri, a princípio todas as verificações deverão ocorrer sem problemas, caso apareça algum problema, aborte a instalação, resolva e comece novamente o processo.

Para uma instalação “StandAlone” do Zimbra, as configurações indicadas por default já servem para a maioria dos casos.

Ao final da instalação, se você fez tudo correto, o zimbra apresentará uma mensagem de erro informando que zimbra.exemplo.com.br não possuí uma entrada MX válida. Neste momento você irá criar o domínio exemplo.com.br
DNS ERROR resolving MX for zimbra.exemplo.com.br
It is suggested that the domain name have an MX record configured in DNS
Change domain name? [Yes]
Create domain: [zimbra.exemplo.com.br] exemplo.com.br
MX: mail.exemplo.com.br (xx.xx.xx.x)

Interface: xx.xx.xx.x
Interface: 127.0.0.1

DNS ERROR - none of the MX records for exemplo.com.br
resolve to this host
It is suggested that the MX record resolve to this host
Re-Enter domain name? [Yes] no
done.

Após ajustar o o domain, será apresentado um menu com várias configurações do zimbra, sugiro em um primeiro momento alterar algumas delas:
No menu 3) Zimbra Store Recomendo alterar:
4) Admin Password
12) Web server mode – De http para redirect, assim todo o acesso http é automagicamente redirecionado para https, adicionando um pouco mais de segurança para o usuário final.

No menu 1) Common configuration, ajustar o 6) TimeZone

Recomendo passar nos outros menus para verificar se as outras configurações refletem o seu ambiente. Observar também se os endereços mostrados correspondem ao seu hostname e domínio.
Após o término da configuração, use a opção “a” para salvar e aplicar as novas configurações. O instalador passará por mais alguns pontos e com sorte, o processo estará finalizado em alguns minutos.

Passo 3: Configurando o Zimbra
Agora que o Zimbra está instalado e rodando corretamente, acesse o painel administrativo do seu servidor de emails em https://zimbra.exemplo.com.br:7071 com o usuário admin e a senha que você criou durante a instalação.
Antes de começar a criar as contas de email, sugiro criar, duplicar ou editar um “class of service” para os seus usuários.
O “Class Of Service” é como um template de configurações, ao criar um novo usuário e associar ele a um COS, todas as configurações da nova conta, serão realizadas mediante os itens pré-definidos aqui. Se alterar um item no Class Of Service, este também será replicado para todas as contas associadas a ele. Em resumo, uma maneira simples de gerenciar as configurações dos usuários.

De imediato, eu sugiro alguns itens a serem configurados no COS, como por exemplo:
- Features, habilitar o Instant Messenger
- Preferences – habilitar “Automatically login to instant messaging services”
- Preferences – habilitar “Use the GAL when autocompleting addresses”
- Advanced – Definir Quotas para os usuários
- Advanced – Definir uma boa política de senhas, sempre lembrando que usuários tem mania de utilizar senhas espertas como “12345″ e este tipo de atitude pode trazer problemas em um servidor de emails. (Não esqueça de definir os itens mais interessantes como Max Password Age (obrigando o user a trocar sua senha) e Unique Password history (impedindo que ele fique repetindo senhas)

Agora em Global Settings:
Attachments – Proíba principalmente arquivos potencialmente perigosos como .bat .com .exe .scr etc…

Agora você está pronto para começar a criar usuários, grupos e explorar todos os recursos Zimbra. :)

Comando Split

Comando Split

split

split [opções] [arquivo [prefixo]]

onde

  • arquivo é o nome do arquivo a ser dividido. Se arquivo não é fornecido, o sistema usa a entrada padrão.
  • prefixo corresponde ao prefixo usado na geração dos nomes dos arquivos menores.
São algumas das opções deste comando

-b num[bkm] : coloca num bytes, kbytes ou Mbytes em cada arquivo.

-l num: coloca num linhas em cada arquivo.

Comentários sobre as opções do comando

Os nomes dos arquivos de saída são formados do prefixo mais os sufixos aa (para o primeiro arquivo), ab (para o segundo arquivo), e assim por diante (até zz). Portanto, a saída éprefixoaaprefixoab, etc. Caso não seja fornecido um valor para ser usado como prefixo, o sistema usa o caractere x.

Por exemplo, o comando

split -l 500 teste.txt novo

divide o arquivo teste.txt em arquivos menores de 500 linhas cada. Os arquivos criados são novoaanovoabnovoac, etc.

Observações

Note que o último arquivo gerado pelo comando pode ter um tamanho menor que os demais arquivos, pois o último arquivo representa o resto da divisão do arquivo maior em arquivos menores.

Origem: http://www.uniriotec.br

Comando Env

Comando Env


Executa um programa/comando em um ambiente modificado.

env [opções] [comando]

São algumas das opções deste comando

-u variável : remove a variável de ambiente especificada durante a execução do comando.

-i : ignora todas as variáveis de ambiente.

Comentários sobre as opções do comando

Suponha a existência da seguinte definição no sistema

alias ls=’ls –color=tty’

O uso do comando alias, neste exemplo, significa que, sempre que o usuário digitar

ls

e o sistema executará

ls –color=tty

Portanto, a listagem dos arquivos de um diretório sempre aparecerá colorida. Para fazer com que o sistema ignore as modificações feita pelo comando alias e qualquer variável de ambiente, basta digitar

env -i ls

Observações

O comando env, sem qualquer argumento, lista as variáveis de ambiente.

Origem: http://www.uniriotec.br

Comando Set

Comando Set


set – exibe a lista das variáveis de ambiente.

Não há necessidade de especificar parâmetros.

Para remover uma variável use o comando: unset

Para ver apenas o valor de uma determinada variável de ambiente use o comando printenv.

Comando Head

Comando Head


O comando head do sistema operacional Unix é utilizado para exibir apenas as primeiras linhas de um arquivo texto. Em geral seu uso é:

head -n número nome_do_arquivo

Onde nome_do_arquivo é o nome do arquivo ou um caminho para um arquivo, aceitando caracteres coringa. Número é o número de linhas que se deseja exibir. Caso o argumento -n e o número de linhas seja omitido, são exibidas as dez primeiras linhas do arquivo.

Caso o nome especifique mais de um arquivo, a saída contém um prefixo que identifica a saída relativa a cada arquivo.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Comando Tail

O comando: Tail


O comando tail exibe as últimas linhas de um arquivo.

Sintaxe: tail -n número nome_do_arquivo

Onde número é o número de linhas desejado. Este argumento pode estar acompanhado de um sinal que altera seu significado. Se for especificado o sinal + diante do número a contagem passa a ser realizada a partir do início do arquivo, enquanto que o sinal - (ou sua omissão) especifica a contagem a partir do final do arquivo. Por exemplo:

tail -n +2 lorem.txt

Mostra todas as linhas do arquivo texto, exceto as duas primeiras.

Configurar o Yum para instalar pacotes do DVD CentOS

Configurar o Yum para instalar pacotes do  DVD CentOS


Na pasta /etc/yum.repos.d, tem um repositorio chamado Centos-Media.repo
move todos os .repo que existir na pasta, deixa somente o Media, edita o mesmo e coloca a tag enable =1

Conectar em um servidor MySQL via Driver ODBC

Conectar em um servidor MySQL via Driver ODBC

 

Falando de uma forma bem genérica, um usuário no Mysql é criado da forma ‘NomeUsuario@MaquinaAcesso’. Assim por exemplo quando você emite, o comando: “mysql -h localhost -u root -p123″ no cliente Mysql, você está informando que quer acessar como usuário root com senha 123 na máquina local. Ou seja, você está acessando o Servidor mySql da própria máquina onde ele está instalado e o usuário é root@localhost. Esse usuário deve estar cadastrado no Servidor MySql.

Um usuário cadastrado no Servidor MySql com o”%” após o símbolo “@” indica que aquele usuário pode estar em qualquer máquina da rede e o Servidor mySql vai liberar esse acesso.

Siga esse exemplo:

1. Crie um usuário no Servidor MySql; ex: Erasmo@%
2. Nas máquinas da rede que vão acessar o seu banco de Dados, instale o Drive ODBC do MySql;
3. Crie uma nova fonte de dados MySQL apartir do painel de controle do Windows, fonte de dados ODBC;
4. Na Configuração dessa fonte, onde esta pedindo Server, coloque o IP da máquina onde está instalado o MySQL
5. No usuario coloque o nome do usuário que vc criou. ex: Erasmo
6. em pasword, coloque a senha cadastrada para o usuário criado.
7. Pressione o botão Test
Se aparecer a mensagem: “Success; connection was made!” estará funcionando corretamente.

OBS: Verifique em caso de firewall instalado no servidor se a porta 3306 está liberada para conexões de entrada, caso contrario você não conseguirar se conectar também pois é essa a porta usada pelo Mysql por padrão..

Muito útil.

By: http://www.vfpbrasil.com.br/modules/newbb/viewtopic.php?viewmode=compact&order=ASC&topic_id=944&forum=9

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